Marketing Inclusivo

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Você já ouviu falar de Marketing Inclusivo? Uma nova aposta que vem chamando atenção das empresas nesses últimos anos. Já é considerado um avanço nos meios de comunicação pela procura de tornar a mensagem ética.

Com a sociedade ficando cada vez mais atenta aos problemas sociais que acarretam nosso meio, novos profissionais do marketing estão apostando em escutar o que pedem as vozes da inclusão.

Apostando nisso, os profissionais de marketing estão visando fazer essa ponte na integração social no processo publicitário. Apresentando bom gosto e sem estereótipos.

Fala cabra! Tudo bem? Nessa postagem a gente vai falar um pouco sobre esse novo tipo de Marketing e como aprender com ele, pode melhorar sua empresa e seus lucros.

  1. O que é Marketing Inclusivo?
  2. Macro x Micro
  3. Cuidados e responsabilidades
  4. O que eu posso fazer para chegar lá?

O que é Marketing Inclusivo?

Não tem nenhum bicho de 7 cabeças não, muito pelo contrário. Marketing Inclusivo é apenas uma maneira de se aplicar o conhecimento mercadológico com o foco de abrir a comunicação para demografias que não possuem grande representatividade no status quo.

Esse tipo de estratégia, pretende chegar aos consumidores focando-se nas suas diversas realidades demográficas, sem apelar a estereótipos ou lugares comuns.

Macro x Micro

Dentro do Marketing, existem duas maneiras de se fazer estratégias, uma é voltada para o grande (Macro) e o outro é voltado para atingir nichos (Micro). 

Enquanto as mídias mais tradicionais tendem a ter seu objetivo mais expansivo, apelando para a casualidade da atenção. As estratégias de micro, buscam mercados menores, mas com alta taxa de resposta. Construíndo no consumidor, um sentimento de carinho e aproximação.

O marketing de inclusão é uma maneira de repensar esses dois lados da estratégia de marketing. Tanto o macro, representando demografias marginalizadas de forma abrangente, quanto no Micro, onde pode haver um trabalho melhor com a pessoalidade das mensagens enviadas nas estratégias.

Quem consegue integrar essa imagem de forma positiva, de repente começa a ganhar notoriedade pela imagem de novas pessoas, além de construir uma empatia na relação consumidor-marca.

Essas estratégias são criadas de maneiras que as demografias se sintam representadas, nutrindo o topo da mente da consciência do consumidor.

Cuidados e Responsabilidades

Essa noção de inclusão não é exatamente de hoje, ela vem na verdade sido testada já faz algum tempo. Não é nenhuma surpresa ter algum caso ruim onde o objetivo de representatividade se tornou na verdade um conteúdo vazio ou até mesmo ofensivo. 

Não é fácil fazer esse tipo de marketing funcionar, e muitos dos problemas se dão por conta da falta de representatividade na sua criação, ou pior, a ganância apostando na ignorância generalizada do consumidor. Felizmente as pessoas já não são mais tão ingênuas a respeito de problemas e com certeza não estão mais dispostas a tolerar os erros na comunicação.

Podemos citar casos da Dove ou da infame e vazia da Pepsi, que são são exemplos que esqueceram o real objetivo de se apostar nesse tipo de estratégia. Por isso é necessário ter em mente certos tópicos na hora da construção desse tipo de estratégia. 

Tópicos como:

  • gênero
  • idioma
  • renda
  • educação
  • sexualidade
  • idade
  • religião
  • habilidade
  • etnia.
pessoa pensando nos problemas éticos do marketing

O que eu posso fazer para chegar lá?

Um dos maiores desafios para esse tipo de marketing é tentar criar um conteúdo coerente e abrangente para todas as demografias. Para isso é necessário que seja feito o dever de casa, mas às vezes nem isso é suficiente.

Empresas de comunicação homogêneas (composta por pessoas da mesma demografia e posição social), tendem a ter uma mentalidade muito parecida. Ainda que isso não seja necessariamente um problema, é definitivamente uma limitação.

Se a empresa deseja investir no tipo de produção de conteúdo inclusivo, é necessário que ela comece a criar uma cultura de diversidade dentro dela. Há também benefícios econômicos com essa pluralidade.

Estudos apontam que adotar uma política plural dentro da empresa causa impacto positivo para os lucros, uma vez que mentes com experiências diferentes tendem a enriquecer o trabalho.

Aqui na Cordel a gente tem orgulho de fazer parte de um time de tanta gente diferente. Quem conhece nosso time, sabe que a gente identifica tudo como: gente danada de arretada!

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